Mundo: Mulher espanta imenso crocodilo batendo chinelo na Austrália

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O que você faz ao ver um crocodilo nadando na sua direção? Mostra o chinelo e bota o predador para correr, é claro.

Ou pelo menos para uma mulher no Parque Nacional Kakadu, no norte da Austrália.

Ela estava com seu cão às margens do rio Alligator Leste, quando percebe um jacaré de água salgada nadando na sua direção.

Nas imagens, registra-se um movimento – supostamente, uma reação de precaução de quem filma.

Porém, a mulher não se intimida: ela tira os chinelos, bate-os na palma da mão e enxota o crocodilo. O animal dá meia-volta e nada em direção oposta.

Cerca de 120 animais vivem apenas em um curto trecho de 6km do rio Alligator Leste, segundo a guarda ambiental.

Mas segundo a rede australiana ABC, o último ataque fatal foi há 29 anos, em 1987.

Da BBC

O tradicional – e curioso – torneio espanhol de torres humanas

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Construir torres humanas é uma tradição que se mantém desde o século 18 na região da Catalunha, na Espanha.

Todos os anos, equipes disputam anualmente essa inusitada competição, em que o objetivo é erguer os “castelos”, como são chamados localmente, e demontá-los sem nenhuma queda.

Algumas das torres chegam a atingir dez “andares” de altura.

Neste ano, a equipe ganhadora celebrou sua oitava vitória consecutiva.

 

BBC – Brasil

Conheça a cidade onde moradores pagam R$ 3,20 de aluguel por ano

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O aluguel subiu e está com dificuldades de pagar a conta? Esse é um problema desconhecido para os moradores da comunidade de Fuggerei, um conjunto habitacional onde os residentes pagam apenas um dólar (cerca de R$ 3,20) de aluguel ao ano.

O complexo de moradias, conhecido como “o projeto habitacional mais antigo do mundo”, fica na cidade alemã de Augsburg, na Baviera. O valor do aluguel não subiu ali desde o século 16, quando era cobrado em florins.

O local abriga cerca de 150 pessoas que vivem em casas pitorescas, algumas das quais atravessaram os séculos com suas fachadas quase inalteradas.

“Somos uma pequena comunidade e nos damos bem”, diz Ilona Barber, de 66 anos, à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Contendo ainda um museu, um apartamento-modelo e um bunker construído durante a Segunda Guerra Mundial, o complexo é um dos principais atrativos de Augsburg: recebe cerca de 180 mil visitantes por ano.

Vida regrada

Fuggerei foi fundado em 1521 por Jakob Fugger, “o Rico”, um comerciante e banqueiro da época que destinou parte do seu ímpeto filantrópico à criação de um complexo residencial dedicado aos necessitados da cidade.

Mas o presente vinha com condições registradas por escrito: para viver em Fuggerei, além de necessitado por motivos econômicos, era preciso ser católico e rezar três vezes por dia.

As mesmas condições continuam valendo hoje em dia, mas segundo Astrid Gabler, porta-voz de Fuggerei, a decisão de cumprir ou não com as orações é uma decisão individual de cada morador.

O complexo conta com uma igreja e um padre, que também vive ali.

Há outras exigências: as portas, por exemplo, são fechadas às 10h da noite. Quem volta para casa depois desse horário precisa pagar uma multa entre 50 centavos de euro e um euro (entre R$ 1,80 e R$ 3,60), dependendo da hora.

 

Iolna Barber
Somos uma pequena comunidade e nos damos bem”, diz Ilona Barber. Image copyrightFUGGER FOUNDATIONS

A aposentada Ilona Barber diz que se considera uma pessoa de sorte. Conta que a pensão que recebe do Estado é “muito limitada” e que não seria suficiente para pagar um aluguel na cidade.

Todas as manhãs ela sai para uma caminhada com seu vizinho de baixo, Friedrich Fischer, de 95 anos. Fischer vive en Fuggerei desde antes da Segunda Guerra Mundial.

“Nós, moradores, fazemos trabalhos para a comunidade. Eu agora estou encarregada da vigilância durante a noite”, afirma a aposentada.

 

Banqueiro importante

Fugger era um personagem tão importante em sua época que foi até imortalizado por Albrecht Dürer, o pintor mais famoso do Renascimento alemão.

“Fugger nunca foi celebrado como Cosimo de Médici e seus filhos e primos florentinos”, disse a revista britânica Economist. “Mas era o melhor banqueiro. Se hoje estivesse vivo, teria arrasado em Wall Street ou na City (o distrito financeiro) de Londres.”

Originário de uma família abastada, ele conseguiu elevar a sua fortuna familiar com operações comerciais e em mineração.

Mas o sucesso também lhe rendeu críticas, inclusive de Martinho Lutero, o grande impulsionador da Reforma protestante.

“Lutero perguntou se era um desígnio de Deus que tanta riqueza e influência ficassem concentradas nas mãos de uma só pessoa”, descreve o diário financeiro Financial Times em um artigo sobre Fuggerei publicado en 2008.

Visitantes em Fuggerei
Local recebe cerca de 180 mil visitantes por ano. Image copyrightFUGGER FOUNDATIONSL

 

Para aplacar as más línguas, o banqueiro criou também um fundo em nome do santo local, São Ulrich, mediante uma doação de 10 mil florins.

Isso garantiria recursos suficientes para manter o funcionamento das organizações de caridade que criou.

Os investimentos da família ao longo dos séculos e os juros que eles renderam asseguraram a sobrevivência de Fuggerei até a atualidade.

 

Da BBC

 

Número de mortos em terremoto na Itália sobe para 73

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Subiu para 73 o número de mortos no terremoto de hoje (24) na Itália. Desse total, 53 são da região do Lazio, e 20 no município de Arquata Del Tronto, em Marcas. As informações são da Agência Ansa.

O tremor teve seu epicentro, de 6 graus na Escala Richter, a 2 quilômetros de Accumoli, que fica a apenas 60 km da cidade de Áquila, capital da província homônima.

“Aqui não tem mais nada”

“Aqui não tem mais nada. Só escombros. É verdadeiramente impressionante, parece um bombardeio”, declarou a presidente da Câmara dos Deputados da Itália, Laura Boldrini, ao visitar Pescara Del Tronto, distrito de Arquata Del Tronto, uma das cidades mais atingidas pelo tremor desta quarta-feira (24).

Boldrini é natural da região de Marcas, onde fica o município.  “Agora é preciso pensar em quem está debaixo [dos escombros]”, acrescentou.

Anistia Internacional denuncia tortura, horror e morte em prisões sírias

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Relatos assustadores de pessoas que foram detidas e torturadas em prisões na Síria estão no relatório It breaks the human: torture, disease and death in Syrian prisons (No limite do humano: tortura, doença e morte em prisões sírias, em tradução livre), divulgado hoje (18) pela Anistia Internacional (AI), uma organização global presente em mais de 150 países que luta para garantir e proteger os direitos humanos no mundo.

De acordo com o documento, desde o início da crise no país, em março de 2011, pelo menos 17.723 pessoas foram mortas em centros de detenção, sob a tutela das forças de segurança sírias, o que significa uma média de 300 mortos por mês. No entanto, acredita-se que o número real de mortes seja muito maior, considerando as dezenas de milhares de pessoas vítimas de desaparecimentos forçados que se encontram em instalações prisionais por todo o país.

Através de relatos de 65 sobreviventes, a Anistia Internacional reconstituiu as experiências de milhares de presos que sofreram abusos brutais e estiveram expostos a condições desumanas em prisões na Síria.

Juntamente com um grupo de peritos da agência de investigação Forensic Architecture, da Universidade de Londres, foi criado um modelo digital 3D da prisão militar de Saydnaya, localizada nos arredores de Damasco. A partir de modelos arquitetônicos e acústicos, recriados através das descrições feitas por ex-detidos sírios, o projeto visa mostrar vividamente o terror diário que as pessoas presas pelo governo sírio enfrentam e as condições horríveis de detenção a que são sujeitas.

“O leque de histórias de terror apresentadas neste relatório demonstra, em pavoroso detalhe, os abusos terríveis que os detidos sofrem todos os dias desde o momento da detenção, ao longo dos interrogatórios e enquanto ficam presos atrás das portas fechadas das mais infames instalações dos serviços secretos na Síria. É uma experiência frequentemente fatal, com os detidos permanentemente em risco de morte sob a tutela das forças de segurança”, disse o diretor da Anistia para o Médio Oriente e Norte de África, Philip Luther.

Luther apelou à comunidade internacional, em particular à Rússia e aos Estados Unidos, que copresidem os diálogos de paz na Síria, para colocarem estes abusos como prioridade na agenda das discussões, tanto com as autoridades sírias como com os grupos armados que atuam no país e pressioná-los a acabar com as práticas de tortura e maus-tratos.

“Há anos que a Rússia usa o direito de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas para proteger o seu aliado, o governo sírio, e para impedir que os responsáveis individuais tanto no governo como nas forças militares do país sejam julgados por crimes de guerra e crimes contra a humanidade no Tribunal Penal Internacional. Isto é uma vergonhosa traição da humanidade diante de um enorme e devastador sofrimento – e tem de acabar imediatamente”, afirma Luther.

A organização de defesa de direitos humanos defende ainda que tem de ser permitido imediatamente o acesso livre e sem quaisquer restrições de observadores independentes a todos os locais de detenção na Síria.

Cheiro da tortura

O relatório traz depoimentos chocantes de detidos que descrevem abusos que começam antes mesmo de chegarem aos centros de detenção. Espancamentos brutais, choques elétricos, violações sexuais e queimaduras com água fervente e cigarros são apenas alguns exemplos dos horrores experimentados pelos presos na Síria.

Superlotação, péssimas condições sanitárias, exposição a temperaturas extremas e ausência de alimentação ou de cuidados médicos constituem tratamento cruel, desumano e degradante dos detidos, expressamente proibido pela lei internacional.

O relato de um homem que esteve preso em Damasco descreve que a ventilação nas instalações dos serviços secretos militares deixou de funcionar um dia e sete pessoas morreram sufocadas. “Começaram a nos dar pontapés para ver quem reagia, quem estava morto ou vivo. Pediram a mim e a um outro detido que também sobreviveu para ficarmos de pé… só aí é que percebi que havia sete pessoas mortas no chão, que eu tinha dormido rodeado por sete cadáveres. E depois vi outros, caídos no corredor, cerca de 25 corpos”.

Em um outro depoimento, um advogado que passou mais de dois anos preso em Saydnaya conta que, quando o levaram para a prisão, sentiu o cheiro da tortura. “É um cheiro muito particular, uma mistura de umidade, sangue e suor; é o cheiro da tortura”. Ele descreveu ainda como os guardas espancaram até à morte um instrutor de kung fu após terem descoberto que o homem estava treinando outros presos em sua cela. “Espancaram ele e outros cinco até matarem, assim que descobriram que treinavam. Depois continuaram com mais outras 14 pessoas. Ao fim de uma semana estavam todos mortos. Nós vimos o sangue correr pelo chão da cela”.

De acordo com Philip Luther, a natureza deliberada e sistemática da tortura e dos maus-tratos na prisão de Saydnaya é a forma mais básica de crueldade e demonstra total falta de humanidade.

*Agência Brasil

Terremoto deixa ao menos nove mortos no Peru

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Ao menos nove pessoas morreram e outras dezenas ficaram feridas após um terremoto de 5,2 graus na Escala Richter atingir a região de Arequipa, no território peruano. Autoridades não descartam  a possibilidade de o número de vítimas fatais aumentar nas próximas horas.

O presidente Pedro Pablo Kuczynski anunciou, em sua conta no Twitter, que está acompanhando a situação. Acrescentou que o primeiro vice-presidente, Martín Vizcarra, foi enviado à região e que o ministro da Defesa, Mariano González, “está responsável por coordenar as operações de ajuda”.

O terremoto foi registrado na noite do último domingo (14), informou o Instituto Geofísico do Peru (IGP).

Segundo a imprensa local, cerca de 80 casas foram danificadas pelo tremor. Além disso, algumas estradas ficaram bloqueadas por desmoronamentos.

O epicentro do tremor se localizou a 10 quilômetros de Chivay e teve uma profundidade de 8 quilômetros. (ANSA)

*Agência Brasil

Série de ataques deixa ao menos quatro mortos na Tailândia

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Ao menos quatro pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na Tailândia em meio a uma série de explosões registradas entre ontem e a manhã de hoje (12), no sul do país. Os ataques, que ainda não foram reivindicados por nenhum grupo, parecem ter sido coordenados.

Enquanto seguem as investigações, as autoridades de Bangcoc – temerosas pelo efeito que os ataques podem ter no turismo – excluem a hipótese de terrorismo, em particular de grupos terroristas, preferindo falar em “sabotagem local”.

O ataque mais grave aconteceu em Hua Hin, um dos mais famosos destinos turísticos da Tailândia, a cerca de 200 quilômetros da capital. Duas bombas explodiram em uma rua adjacente a um popular mercado turístico, deixando um morto e mais de 20 feridos.

Bombas escondidas

Segundo a polícia, as bombas estavam escondidas em dois vasos de plantas e foram detonadas por meio de um telefone celular. Novamente em Huan Hin, outras duas bombas explodiram nas proximidades da Torre do Relógio, deixando mais um morto.

Outra vítima foi registrada em Surat Thani, mais ao sul, depois de uma cerimônia que marcou o aniversário da rainha Sirikit. Mais tarde, em Phuket, na zona turística de Patong, uma bomba menor explodiu, deixando um ferido, e outras bombas menores foram identificadas e desativadas pela polícia.

Tanto as autoridades de Huan Hin quanto de Phuket pediram que os turistas evitem as áreas mais movimentadas das cidades. O sul tailandês, onde fica Hua Hin, abriga há 12 anos um movimento armado separatista. No entanto, ninguém reivindicou o atentado até agora. Lar de belas praias, a região é procurada sobretudo por turistas europeus.

(Foto: Thailand.Dailynews / via Reuters)
(Foto: Thailand.Dailynews / via Reuters)

OEA cobra agilidade em processo que pode revogar mandato de Maduro

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Os países-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) criticaram as autoridades venezuelanas por, segundo eles, atrasarem o processo que pode revogar o mandato do presidente Nicolás Maduro. Países do continente como Brasil, Estados Unidos e Argentina pediram que a Venezuela cumpra “de forma clara, concreta e sem demora” as etapas restantes do referendo revogatório presidencial.

Em meio a um momento de tensão política, o Conselho Nacional Eleitoral venezuelano deu prosseguimento ao processo na última terça-feira, 9, ao divulgar um calendário com os próximos passos. De acordo com os prazos, porém, as etapas de coleta de assinaturas dos eleitores e convocação do referendo poderiam ocorrer após 10 de janeiro de 2017, quando o mandato de Maduro chega à metade.

O problema é que, depois desse período, não é mais possível convocar novas eleições, caso o resultado das urnas seja pela revogação do mandato. Nesse caso, assumiria o vice-presidente, Aristóbulo Istúriz.

No entanto, o comunicado conjunto de 15 dos 35 estados-membros da OEA cobra rapidez no processo e apela para um “diálogo franco” entre o governo e a oposição venezuelanos, com ou sem facilitadores. Para os integrantes do conselho eleitoral, as etapas não podem ser atropeladas.

“Fazemos um chamado às autoridades venezuelanas para garantir o exercício dos direitos constitucionais do povo e também para que se cumpram, de forma clara, concreta e sem demora, as etapas restantes para a realização do referendo revogatório presidencial, contribuindo, assim, para resolver rápida e eficazmente as atuais dificuldades políticas, sociais e econômicas naquele país”, reivindicam os países-membros da OEA.

Os 15 países que assinaram o comunicado são: Argentina, Belize, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

*Da Agência Brasil

Trump radicaliza e acusa Obama e Hillary de serem fundadores do Estado Islâmico

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O candidato do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou hoje (11) o tom das críticas ao presidente Barack Obama e à adversária democrata Hillary Clinton. Em entrevista por telefone ao programa Box Squawk, da rede de televisão a cabo CNBC, Trump acusou Obama de ser o fundador do Estado Islâmico e Hillary, de “cofundadora”.

Para justificar a acusação, Trump disse que o Estado Islâmico nasceu e se desenvolveu com a retirada das tropas americanas do Iraque, em 2011, no governo Obama. O presidente Obama opôs-se à guerra no Iraque e, na campanha para a Casa Branca, em 2008, prometeu acabar com ela. O Estado Islâmico, tanto no Iraque quanto na Síria, tomou o lugar da Al Qaeda, um movimento islâmico de oposição, surgido após a invasão dos Estados Unidos ao Iraque em 2003.

Na entrevista, Trump disse ainda que quer ganhar as eleições com o estilo que tem mostrado ao longo da campanha: franco e sem censura. “Eu sou um contador da verdade, tudo o que faço é dizer a verdade”, acrescentou o candidato republicano que, nas últimas semanas, tem perdido pontos nas pesquisas eleitorais.No próprio Partido Republicano, são crescentes as crítica de parlamentares à forma descortês, ou até mesmo desrespeitosa, com que Trump se refere aos muçulmanos e aos imigrantes, principalmente os de origem latina.

Na entrevista desta quinta-feira, Trump lembrou que tem sido bem-sucedido até agora na campanha presidencial, na condição de “forasteiro” da política, em uma referência ao fato de ter vindo de fora dos quadros partidários e, mesmo assim, ter obtido apoio para ser o candidato republicani. Trump disse que, se seu comportamento lhe custar as eleições, “que assim seja”. E acrescentou: “Há algo de errado em dizer isso? As pessoas estão reclamando que eu disse que ele [presidente Obama] foi o fundador do Estado Islâmico.”

O candidato afastou a possibilidade de atenuar as críticas diante da possibilidade de perder as eleições. “Se, no final de 90 dias [tempo aproximado que falta para as eleições, marcadas para novembro] eu cair – [isso ocorreria]  porque eu sou um pouco politicamente incorreto.” Trump disse ainda que, caso isso ocorra, “está tudo bem” e que, em tal hipótese, voltará “para uma boa forma de vida”. Donald Trump é um bem-sucedido empresário e investidor norte-americano, com projeção também na mídia local.

Os ataques de Trump ao presidente Obama começaram em um comício em Sunrise, no estado da Flórida. Foi nesse comício que Trump insinuou, pela primeira vez, a acusação de que Obama e Hillary seriam “fundadores do Estado Islâmico”. Devido à gravidade da acusação, que implica admitir – sem nenhuma evidência – que o próprio presidente dos Estados Unidos estaria por trás de um movimento que assassina cidadãos norte-americanos, líderes políticos esperavam que Trump recuasse, o que não ocorreu.

Na semana passada, Trump já tinha dado sinais de que iria radicalizar as declarações com os oponentes do Partido Democrata, quando disse, também na Flórida, que Hillary Clinton “deve receber um prêmio como fundadora do Estado Islâmico”.

Papa Francisco condena ataque a hospital no Paquistão

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O papa Francisco lamentou hoje (9) o atentado suicida realizado em um hospital em Quetta, no Paquistão, no começo desta semana, que deixou aos menos 70 mortos. O papa definiu o ataque como “um brutal e sem sentido ato de violência”.

Preocupado, o líder da Igreja Católica enviou uma mensagem às autoridades eclesiásticas e civis do Paquistão.

“Profundamente entristecido ao saber das numerosas vítimas do ataque a um hospital em Quetta, o papa envia suas sinceras condolências aos parentes das vítimas, às autoridades e a toda a nação, enquanto garante suas orações pelos feridos desse brutal e sem sentido ato de violência”, explicou o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin.  “O papa pede para todos que estão de luto e que foram afetados pela tragédia dons divinos de consolação e força”, concluiu a mensagem.

Ao menos 70 pessoas morreram e mais de 90 ficaram feridas ontem (8) em um atentado suicida no hospital de Quetta. A explosão ocorreu pouco após o corpo de Bilal Kasi, um importante advogado da região, ter sido levado ao local. Ele foi morto em um tiroteio. O grupo extremista Jamaat-ur-Ahrar, ligado ao Talibã paquistanês, reivindicou a responsabilidade do ataque.

*Agência Brasil