Sinttel Bahia promoverá debate sobre a saúde dos LGBT

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Os impactos do ambiente laboral na saúde dos LGBT serão tema do debate que o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações da Bahia – Sinttel Bahia, promoverá no dia 13 de dezembro, às 8h, no auditório Damário Dacruz, na Sede da entidade (Rua Bela Vista do Cabral, 247, Nazaré).

O Sindicato representa os trabalhadores em teleatendimento (call center) categoria com grande número de trabalhadores LGBT. “O teleatendimento é um dos setores que mais empregam trabalhadores LGBT. O Sinttel vem acompanhando essa inserção e tem buscado formas de tornar o ambiente laboral mais saudável para essas pessoas. Em algumas empresas conseguimos implementar o uso do nome social, o que para muitos transgêneros é uma grande conquista. Com esse debate queremos discutir e compreender quais são as reais necessidades dessas pessoas e auxiliá-las no que for preciso, principalmente quando se tratar da saúde laboral”, explica a dirigente Sandra Dias, gestora do departamento de saúde da entidade sindical”.

O tema será discutido pelos advogados Roberto Araújo, especialista em Direitos Humanos e membro da Comissão de Diversidade Sexual da OAB/BA e Renata Dutra, doutoranda e mestra em Direito, Estado e Constituição; pela mestra em Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher, Gênero e Feminismo, Zilmar Alverita da Silva e pela Mestra e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas em Gênero e Masculinidades, Adelaide Suely de Oliveira. O debate será mediado pela jornalista e youtuber Maíra Azevedo, a Tia Má. O evento será aberto ao público, com entrada franca e concessão de certificado.

Serviço

O quê? Debate sobre os impactos do ambiente laboral na saúde dos LGBT

Quando? 13 de dezembro, às 8h

Onde? Auditório Damário Dacruz, Sede do Sinttel Bahia (Rua Bela Vista do Cabral, nº 247 Nazaré)

 

Fonte:  Acorda Cidade

Saiba como agir no caso de engasgo de bebês

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A chegada de um novo integrante na família sempre é um momento de alegria e contentamento, porém, certos cuidados precisam ser levados em conta quando se fala em cuidar de bebês. Para os marinheiros de primeira viagem, conhecimento e atenção são indispensáveis. De acordo com especialistas, em bebês menores de um ano, o mais comum é engasgar com líquidos, principalmente o leite materno.

Segundo o major Ramon Diego Diniz, comandante do 3o Grupamento de Bombeiros Militar, e que costuma realizar palestras e demonstrações em escolas, um dos primeiros cuidados com a criança é não colocar para dormir logo após o aleitamento. “Mesmo que ele já tenha arrotado, é prudente esperar uns 15 minutos antes de colocá-lo no berço”, explica.

Ainda de acordo com o major, para verificar se ocorreu um engasgo, o responsável precisa observar se a criança está roxeada e também se há alguma obstrução de vias aéreas. Caso exista alguma coisa impedindo a passagem do ar, a mãe ou pai pode, então, com a própria boca, soprar o nariz da criança para fazer a desobstrução.

Procedimento

Se mesmo assim o problema persistir, continua Ramon Diego, é preciso iniciar um procedimento de manter o bebê voltado para baixo, com a cabeça ligeiramente mais baixa que o tórax, apoiado em seu antebraço. “Sustente a cabeça e a mandíbula do bebê com a mão e dê cinco tapas leves nas costas”, orienta.

E continua. “Após essa ação vire a criança e a apoie no antebraço, no centro do peito, na altura dos mamilos, faça cinco compressões no tórax, com os dedos médio e anelar. Repita a operação de cinco tapas nas costas e cinco compressões torácicas até o bebê desengasgar.

Se mesmo com o procedimento a criança continuar engasgada, o responsável deve ligar para o SAMU (192) ou Corpo de Bombeiros (193) para receber maisorientações técnicas enquanto as equipes se deslocam.

Fonte: ASCOM: Mateus Ribeiro

42% dos medicamentos falsificados são vendidos em países pobres

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A organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira (28) que 42% dos medicamentos falsificados ou de qualidade inferior são vendidos no continente africano. Segundo análise realizada em 100 estudos entre 2007 e 2016 mostrou que as falhas nos produtos médicos chegam a 10,5%. Antibióticos e remédios contra a malária são os mais falsificados em todo o mundo.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ressaltou o peso do problema. “Imagine uma mãe que desista de alimentos ou de outras necessidades básicas para pagar o tratamento da criança, sem saber que os remédios são inadequados ou falsificados, e esse tratamento faz com que o filho morra. Isso é inaceitável”.
O comércio farmacêutico online, estimado de US$ 30,5 bilhões, é uma ameaça crescente nas vendas dos remédios que não seguem os padrões de qualidade. A OMS alerta que os medicamentos falsificados podem conter doses e ingredientes errados o que pode levar a morte.
O Brasil é um dos lideres em combate a venda dos produtos falsificados e de má qualidade.

Saiba quais são os sintomas da psoríase

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A psoríase é uma doença de pele relativamente comum, crônica e não contagiosa, que apresenta períodos de melhora e de piora. Sua causa é desconhecida, mas sabe-se que pode ter causas relacionadas ao sistema imunológico, às interações com o meio ambiente e à suscetibilidade genética.

É importante lembrar: a doença NÃO É CONTAGIOSA e o contato com pacientes NÃO PRECISA SER EVITADO.

 

SINTOMAS

Os sintomas da psoríase variam, conforme o tipo da doença, mas podem incluir:

• manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas
• pequenas manchas escalonadas
• pele ressecada e rachada, às vezes, com sangramento
• coceira, queimação e dor
• unhas grossas, sulcadas ou com caroços
• inchaço e rigidez nas articulações

Em casos de psoríase moderada pode haver apenas um desconforto por causa dos sintomas; mas, nos casos mais graves, a psoríase pode ser dolorosa e provocar alterações que impactam significativamente na qualidade de vida e na autoestima do paciente. Assim, o ideal é procurar tratamento o quanto antes.

Além disso, alguns fatores podem aumentar as chances de uma pessoa adquirir a doença ou piorar o quadro clínico já existente, dentre eles:

• Histórico familiar
• Estresse
• Obesidade
• Tempo frio, pois a pele fica mais ressecada; A psoríase tende a melhorar com a exposição solar.
• Consumo de bebidas alcóolicas.
• Tabagismo

DIAGNÓSTICO

Há vários tipos de psoríase, e o dermatologista poderá identificar a doença, classificá-la e indicar a melhor opção terapêutica. Dependendo do tipo de psoríase e do estado do paciente, os ciclos de psoríase duram de algumas semanas a meses.

TRATAMENTO

O tratamento da psoríase é essencial para manter uma qualidade de vida satisfatória. Nos casos leves, hidratar a pele, aplicar medicamentos tópicos apenas na região das lesões e exposição diária ao sol são suficientes para melhorar o quadro clínico e promover o desaparecimento dos sintomas.

Nos casos moderados, quando apenas as medidas acima não melhorarem os sintomas, o tratamento com exposição à luz ultravioleta A, PUVAterapia, faz-se necessário. Esta modalidade terapêutica utiliza combinação de medicamentos que aumentam a sensibilidade da pele à luz, os psoralenos (P), com a luz ultravioleta A (UVA), geralmente em uma câmara emissora da luz. A sessão da PUVAterapia demora poucos minutos e a dose de UVA é aumentada gradualmente, dependendo do tipo de pele e da resposta individual de cada paciente ao tratamento. O tratamento também pode ser feito com UVB de banda larga ou estreita, com menores efeitos adversos, podendo inclusive ser indicado para gestantes.

Já em casos graves, é necessário iniciar tratamentos com medicação via oral ou injetáveis.

A psoríase pode ter um impacto significativo na qualidade de vida e na autoestima do paciente, o que pode piorar o quadro.

Assim, o acompanhamento psicológico é indicado em alguns casos. Outros fatores que impulsionam a melhora e até o desaparecimento dos sintomas são uma alimentação balanceada e a prática de atividade física.

Nunca interrompa o tratamento prescrito sem autorização do médico. Esta atitude pode piorar a psoríase e agravar a situação.

Pela primeira vez, cai número de mortes por câncer de pulmão em homens, diz Inca

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O número de mortes por câncer de pulmão entre os homens caiu de 18,5 por 100 mil em 2005 para 16,3 por 100 mil em 2014. É a primeira vez que a taxa apresenta queda. O levantamento foi feito pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), com base em dados do Ministério da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o vice-diretor geral do Inca, Luiz Felipe Ribeiro Pinto, o resultado decorre das campanhas de redução do tabagismo feitas no país a partir da década de 80, como proibição de propaganda, aumento de impostos e Lei Antifumo, que são reconhecidas mundialmente pela eficácia alcançada.

“Nós conseguimos reduzir de 40% de fumantes no final da década de 80 para menos de 13% hoje em dia. Menos de 13% dos brasileiros são fumantes e a OMS considera o programa contra o tabagismo do Brasil um dos mais bem-sucedidos do mundo, somos medalhistas de ouro nessa área”.

Segundo o Inca, 90% dos homens com câncer de pulmão fumaram em algum momento da vida e a estimativa é que a doença leve 20 anos para se desenvolver.

Mulheres

A gerente da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, Liz Maria de Almeida, diz que a redução ainda não foi constatada entre as mulheres porque as brasileiras foram incentivadas a fumar bem depois do que os homens.

“Na década de 40 o tabagismo já era bem disseminado entre os homens. Entre as mulheres veio depois, teve o lançamento da marca Charm na década de 70, voltada para mulheres. Quando começamos a fazer a campanha contra, as mulheres ligaram os motores, mas essa turma que começou a fumar nessa época adoeceu e agora a gente ainda está vendo um aumento no número de casos de câncer entre as mulheres”.

Prática esportiva

A pesquisa foi apresentada hoje (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo, na Casa Brasil. No evento, o Inca lançou também a campanha #MostreAtitute: Sem Cigarro sua Vida Ganha mais Saúde. O objetivo é incentivar a prática esportiva como forma de abandonar o hábito de fumar. Ribeiro explica que a prática de esporte é uma atividade que previne o câncer, além de outras doenças crônicas não transmissíveis, e deve ser incentivada desde a juventude.

“A maioria dos fumantes começa a fumar na adolescência, cerca de 20%, ou seja, um em cada cinco adolescentes brasileiros entre 13 e 15 anos já se depararam com cigarro. Isso é extremamente grave e a prática de esportes, que começa na infância, deve ser um hábito que se cria, assim como não tocar no cigarro”. De acordo com ele, bastam 150 minutos semanais de atividades físicas para diminuir o risco de contrair doenças, que podem ser até mesmo caminhada ou subir escadas.

Segundo Ribeiro,é importante tratar os fatores de risco para câncer e outras doenças não transmissíveis de forma combinada. “O mais importante é o combo, ou seja, a ideia de que temos um conjunto de fatores de risco que juntos atuam para adoecer, mas se a gente combate eles juntos a gente atua também de uma forma muito mais decisiva para reduzir não só a ocorrência da doença como a mortalidade por essa doença: dieta adequada, atividade física, combate ao tabagismo, cuidado com a ingestão de bebidas alcoólicas. É importante todas essas medidas associadas”.

Número cai pela primeira vez (Foto: Reprodução)
Número de mortes por câncer de pulmão cai pela primeira vez (Foto: Reprodução)

Atleta

O atleta paralímpico de rúgbi Vinícius Pontes disse que abandonou o tabagismo após começar a se dedicar à atividade física mais intensa. “Quando decidi ir para uma prática esportiva mais intensa, decidi parar de fumar, mas voltei várias vezes. Vi que eu tinha um objetivo, com uma relação de custo-benefício. Você sabe que fumar não é certo, então comprei um último maço e depois joguei fora. Mas vinha o estresse e dava vontade de fumar, mas percebi que meu desempenho no rúgbi melhorou muito. Você vai entrando no mundo com a prática esportiva e começa a perceber o ganho próprio. É uma realização para mim e é muito bom que as outras pessoas vejam isso e que eu sirva de exemplo”.

Dentro das ações para combater o tabagismo, o próximo passo é deixar a embalagem do cigarro menos atrativa visualmente. “Estamos na campanha da padronização das embalagens, serão brancas, com a informação de que fumar mata e com as imagens dos males que o cigarro causa. A Austrália implementou isso e mostrou que sem a atratividade visual, o adolescente deixa de fumar”, diz o vice-diretor geral do Inca.

*Da Agência Brasil

Ação celebra Dia Nacional de Reanimação Cardiopulmonar

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O Dia Nacional de Reanimação Cardiopulmonar será celebrado neste sábado (27), em um evento no Shopping Bela Vista. Profissionais como médicos, enfermeiros e estudantes de medicina estarão no piso L1, das 9h às 22h,com o objetivo de propagar conhecimento, gratuitamente, para que mais pessoas saibam como agir e salvar vidas.

A ação terá uma estrutura com manequins próprios para treinamento e manuais e panfletos informativos padronizados para todo o país. O evento será realizado pela Liga Acadêmica do Trauma e Emergências Médicas (Laeme/Ufba), em parceria o centro de compras e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

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Descongestionante nasal pode gerar dependência

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O terceiro lugar na lista de problemas causados por efeitos colaterais e uso incorreto de remédios é do descongestionante nasal, de acordo com o Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital das Clínicas de São Paulo. Perdendo apenas para os anti-inflamatórios e os analgésicos.

Os especialistas alertam que uso indiscriminado desse tipo de medicamento causa dependência e pode levar a alterações cardíacas com o passar do tempo, elevação da pressão arterial e, até mesmo, impotência. “Este tipo de medicamente não cura, pelo contrário, vicia o nariz.

As gotinhas apresentam uma falsa sensação de alívio, pois trata-se de uma substância vasoconstritora”, explica a otorrinolaringologista Clarice Saba, Vice-Presidente da Sociedade de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Bahia e Membro da OMB – Ordem dos Médicos do Brasil

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Foto: Reprodução / Bandnews
Foto: Reprodução / Bandnews

Pesquisa revela que mulheres estão mais satisfeitas com seus corpos

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Foto: Google
Foto: Google

 

Mulher, ame seu corpo! Segundo uma pesquisa científica feita nos Estados Unidos com cerca de 100 mil mulheres indicou que atualmente elas estão aceitando seus estereótipo com mais facilidades, um avanço e tanto com relação aos indíces das últimas décadas. A pesquisa veio para revelar que elas estão lutando contra a insegurança, embora se mostrem ainda descontentes com relação ao padrão físico se comparado aos homens.
De acordo com o estudo, produzido no College Wooster, os dados de homens e mulheres recolhidos entre os anos de 1981 e 2011, consideram que o desconforto feminino com seus padrões corporais, associado ao padrão de magreza estabelecido pelos padrões sociais, diminuiu 3,3%.
Segundo o autor do estudo e professor de psicologia, Bryan Karazsia:, embora a melhora pareça ainda pequena, foi considerada significativa pela equipe que a relizou. O estudo não teve como objetivo encontrar explicações para as alterações. Entretanto, é possível pensar que uma das razões esteja ligada à abordagem do assunto na mídia, sobre a busca exagerada para atingir os padrões de beleza e as suas possíveis consequências, que estão associadas a diversos distúrbios alimentares – como a bulimia e anorexia. Karazsia citou campanhas publicitárias que incentivam mulheres a amarem seus corpos, mesmo que estejam fora dos padrões impostos, desencorajando aquelas que desejam ser magras de qualquer forma. O importante é colocar a saúde em primeiro lugar!

EUA anunciam testes em seres humanos de nova vacina contra vírus Zika

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Uma nova vacina contra o vírus Zika começou a fase de testes clínicos em seres humanos. O anúncio foi feito hoje (3) pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID – sigla em inglês). O NIAID é um dos órgãos integrantes do Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH). A vacina utiliza a técnica de DNA, considerada uma tendência para o futuro da imunização por vacinas.

O paciente receberá uma amostra do DNA que contém proteína do vírus Zika. A expectativa é que o organismo do indivíduo reaja ao vírus e crie uma resposta imune. A vacina é a segunda testada em humanos. Na fase inicial, serão 80 voluntários com idade entre 18 e 35 anos, moradores das cidades de Maryland, Bethesda, Baltimore e Atlanta.

O objetivo da primeira fase de testes é analisar se o produto é seguro para uso em seres humanos e também para começar a avaliar a resposta de imunização, segurança do produto e obter dados preliminares sobre a resposta imune promovida pela vacina. Segundo o NIAID, o primeiro voluntário recebeu a vacina nessa terça-feira (2).

Em entrevista coletiva, o diretor do NIAID, Anthony Fauci, informou que os primeiros resultados deverão estar disponíveis até o fim de 2016. Caso a resposta tenha sido satisfatório a testes clínicos, a fase dois poderá ser iniciada em países endêmicos para o vírus Zika em 2017.

A vacina deve ser utilizada primeiramente em mulheres em idade reprodutiva, por causa dos casos que associam o Zika aos casos de microcefalia em bebês, cujas mães foram infectadas durante a gestação.

SUS incorpora exames para detectar vírus HTVL-1 em casos de leucemia

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O Sistema Único de Saúde (SUS) agora faz exames que detectam o vírus HTLV-1 em pacientes com leucemia. A medida, a qual foi publicada no Diário Oficial da União, é válida a partir desta quarta-feira, 27.

Conforme as diretrizes referentes a nova incorporação à tabela do SUS, os exames poderão ser feitos por homens e mulheres com idade a partir de 19 anos.

Vírus

O vírus T-linfotrópico humano (HTLV) atinge as células de defesa do organismo, os chamados linfócitos T. O HTLV  é classificado em dois grupos, sendo eles:  HTLV-I e HTLV-II.

A transmissão do vírus ocorre de forma semelhante ao HIV, uma vez que pertence à mesma família. O contágio acontece através de sexo sem camisinha, seringas contaminadas ou através da mãe para o bebê.

Exame foi incorporado à tabela do SUS nesta quarta-feira (Foto: Reprodução)
Exame foi incorporado à tabela do SUS nesta quarta-feira (Foto: Reprodução)