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	<title>Revista Bahia Acontece &#187; OIT</title>
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		<title>OIT: trabalho infantil no Brasil cai quase 50%</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 03:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacao RBA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bahia 24 Horas]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11818" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-medium wp-image-11818" title="161209MCA6666.image_media_horizontal" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/2009/12/161209MCA6666.image_media_horizontal-400x285.jpg" alt="Brasília - O presidente do Ipea, Marcio Porchmann, e a representante da OIT, Laís Abramo, apresentam o relatório sobre o perfil do Trabalho Decente no Brasil, que analisa a evolução desse indicador no período 1992-2007 Foto: Marcello Casal Jr/ABr" width="400" height="285" /><p class="wp-caption-text">Brasília - O presidente do Ipea, Marcio Porchmann, e a representante da OIT, Laís Abramo, apresentam o relatório sobre o perfil do Trabalho Decente no Brasil, que analisa a evolução desse indicador no período 1992-2007 Foto: Marcello Casal Jr/ABr</p></div>
<p>A quantidade de crianças e adolescentes inseridas no mercado de trabalho caiu cerca de 50% em 15 anos. De acordo com a pesquisa <em>Perfil do Trabalho Decente no Brasil, </em>publicada hoje (16) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 1992, havia 8,42 milhões de trabalhadores com idade entre 5 e 17 anos. Um década e meia depois, em 2007, o número caiu para 4,85 milhões.</p>
<p>O relatório destacou o reconhecimento internacional da experiência brasileira de prevenção e eliminação do trabalho infantil. Segundo a pesquisa, os resultados alcançados são expressivos. Entre crianças de 10 e 14 anos, os índices cairam de 20,5% para 8,5% entre 1992 e 2007.</p>
<p>Mas os dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) revelam uma desaceleração na trajetória de redução do trabalho infantil nos últimos anos. De acordo com o estudo, essa desaceleração se deve à manutenção no nível de ocupação de crianças entre 5 e 13 anos de idade (em torno de 4,5%), desde 2004, mas que o mesmo não ocorre com as demais faixas etárias (14 e 15 e 16 e 17 anos).</p>
<p>Os dados mostram ainda que o trabalho infantil no Brasil recruta mais meninos do que meninas – 66% contra 34%. As crianças estão mais expostas aos riscos no trabalho do que os adultos, uma vez que ainda estão em processo de formação e as condições em que as atividades laborais ocorrem são frequentemente insalubres.</p>
<p>As consequências, de acordo com o relatório, não se resumem a acidentes mas também a doenças osteomusculares, já que os instrumentos não foram dimensionados para crianças. Entre menores acidentados, o principal tipo de problema foi corte (50%), seguido pela fraturas ou torções (14%) e por dor muscular, cansaço, fadiga, insônia ou agitação (9,7%).</p>
<p>A OIT classifica o trabalho infantil como um grande obstáculo ao trabalho decente e ao desenvolvimento humano, não apenas pelos efeitos imediatos mas também pelos reflexos no futuro. Um estudo elaborado pela própria entidade em 2005 indica que a incidência do trabalho infantil resulta em menor renda na idade adulta.</p>
<p>Pessoas que começaram a trabalhar antes dos 14 anos têm uma probabilidade muito baixa de obter rendimentos superiores aos R$ 1 mil mensais ao longo da vida, enquanto a maioria das que entraram no mercado antes dos 9 anos tem baixa probabilidade de receber rendimentos superiores a R$ 500 mensais.</p>
<p>As possibilidades de obter rendimentos superiores ao longo da vida laboral são maiores para aqueles que começam depois dos 20 anos. Um dos fatores que, segundo o estudo, podem explicar essa relação é a probabilidade de que as pessoas tenham níveis superiores de escolaridade e qualificação.</p>
<p>Paula Laboissière<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></p>
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