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	<title>Revista Bahia Acontece &#187; Saúde</title>
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	<description>Bahia 24 horas</description>
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		<title>Pesquisadores conseguem produzir esperma em laboratório</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 21:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacao RBA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Pesquisadores na Alemanha e em Israel conseguiram produzir sêmem de rato em laboratório, abrindo o caminho para a produção artificial de esperma humano, o que pode revolucionar os tratamentos de fertilidade. O estudo, publicado na revista Nature, detalha o cultivo de células germinativas, que dão origem aos espermatozóides masculinos e aos óvulos femininos.  As células [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59831" class="wp-caption aligncenter" style="width: 314px"><img class="size-full wp-image-59831" title="120103130308_espermatozoide_304x171_wikimediacommons" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/2012/01/120103130308_espermatozoide_304x171_wikimediacommons.jpg" alt="" width="304" height="171" /><p class="wp-caption-text">Os espermatozóides se desenvolveram em uma substância gelatinosa similiar à encontrada nos testículos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores na Alemanha e em Israel conseguiram produzir sêmem de rato em laboratório, abrindo o caminho para a produção artificial de esperma humano, o que pode revolucionar os tratamentos de fertilidade.</p>
<p>O estudo, publicado na revista <em>Nature</em>, detalha o cultivo de células germinativas, que dão origem aos espermatozóides masculinos e aos óvulos femininos.</p>
<div>
<div> As células foram colocadas em uma substância gelatinosa, similar à encontrada nos testículos.A substância gelatinosa, chamada Soft Agar Culture System, já era usada em outras pesquisas envolvendo reprodução celular.</p>
<p>O professor Mahmoud Huleihel, da Universidade Ben-Gurion, da cidade israelense de Negev, celebrou a descoberta.</p>
<p>&#8220;O estudo deve abrir novas estratégias terapêuticas para homens inférteis que não conseguem produzir esperma ou pré-adolescentes com câncer, que correm o risco de ficarem inférteis por causa do agressivo tratamento com quimio e radioterapia&#8221;, diz.</p>
<p><strong>&#8216;Morfologia normal&#8217;</strong></p>
<p>O estudo foi feito em parceria com o professor Eitan Lunenfeld, da Universidade de Soroka, em Beer-Sheva, Israel, e o professor Stefan Schlatt, da Universidade de Münster, na Alemanha.</p>
<p>Segundo o artigo da <em>Nature</em>, os espermatozóides produzido em laboratório tinham &#8220;morfologia normal&#8221;.</p>
<p>O experimento também conseguiu reproduzir com sucesso a acrossoma, a parte dianteira do espermatozóide.</p>
<p>O artigo diz que a substância gelatinosa usada no experimento &#8220;poder ser utilizada em tubos de laboratórios para a maturação de células germinativas de ratos pré-mitóticas ao estágio pós-mitose&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Da BBC</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Diminui consumo de arroz, feijão, frutas e hortaliças e aumenta de sal e açúcar</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 20:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacao RBA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mais Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O país enfrenta, atualmente, uma espécie de transição nutricional, já que hábitos até então comuns como o consumo de arroz e feijão registraram queda, enquanto carnes gordurosas e alimentos embutidos passaram a ser amplamente consumidos. A avaliação é da coordenadora de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Déborah Malta. Em entrevista à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O país enfrenta, atualmente, uma espécie de transição nutricional, já que hábitos até então comuns como o consumo de arroz e feijão registraram queda, enquanto carnes gordurosas e alimentos embutidos passaram a ser amplamente consumidos. A avaliação é da coordenadora de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Déborah Malta.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, ela explicou que o problema de alimentos como salsichas e linguiças é o alto teor de sal, responsável por aumentar o risco de doenças cardiovasculares. A presença de elevados níveis de açúcar na dieta do brasileiro, segundo a coordenadora, também representa uma agravante – sobretudo quando associada a um baixo consumo de frutas e hortaliças.</p>
<p>Os dados fazem parte da pesquisa Vigitel 2010, que mostra que 48,1% da população adulta no país estão acima do peso, enquanto 15% dos brasileiros estão obesos. O estudo indica ainda que apenas 18,2% das pessoas consomem cinco porções de frutas e hortaliças por cinco dias ou mais por semana; 34% consomem alimentos com elevado teor de gordura e 28% consomem refrigerantes cinco ou mais dias por semana.</p>
<p>O consumo diário de sal no Brasil, atualmente, é de 12 gramas – mais de duas vezes maior que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Já o açúcar é consumido de forma considerada exagerada por 61,3% da população.</p>
<p>“Temos, entre os brasileiros, uma piora dos hábitos alimentares”, avaliou Deborah. “Nos últimos anos, a desnutrição, que era um problema, recuou, mas a obesidade e o excesso de peso cresceram – em função de uma alimentação não adequada e não balanceada e também de níveis baixos de atividade física”, concluiu.</p>
<p>De acordo com a coordenadora, a meta do ministério é estabilizar o quadro de excesso de peso e obesidade entre adultos até a próxima década e, ao mesmo tempo, diminuir os índices entre crianças e adolescentes. A pasta firmou, em abril deste ano, um acordo com a indústria alimentícia com foco na redução de sal e de gorduras trans na fabricação de produtos como macarrões instantâneos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Da Agência Brasil</p>
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		<title>Ministério da Saúde destina R$ 250 milhões a 44 hospitais universitários federais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 15:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raira Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência Brasil Brasília &#8211; O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estabeleceu recursos financeiros no montante de R$ 250 milhões a serem disponibilizados a 44 hospitais universitários federais. A portaria foi publicada hoje (26) noDiário Oficial da União. A medida faz parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais, que dispõe sobre o financiamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://revistabahia.com.br/2011/09/26/ministerio-da-saude-destina-r-250-milhoes-a-44-hospitais-universitarios-federais/ministerio-da-saude-4202/" rel="attachment wp-att-49623"><img class="aligncenter size-full wp-image-49623" title="ministerio-da-saude-4202" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ministerio-da-saude-4202.jpg" alt="" width="290" height="218" /></a></p>
<p><em>Agência Brasil</em></p>
<p>Brasília &#8211; O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estabeleceu recursos financeiros no montante de R$ 250 milhões a serem disponibilizados a 44 hospitais universitários federais. A portaria foi publicada hoje (26) no<em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p>A medida faz parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais, que dispõe sobre o financiamento compartilhado dos hospitais universitários federais pelos ministérios da Saúde, da Educação e da Planejamento.</p>
<p>A descentralização dos recursos está condicionada ao envio ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Educação dos termos de compromissos firmados entre os hospitais e os gestores estaduais e municipais. O Fundo Nacional de Saúde deverá providenciar a transferência do montante em três parcelas, a partir da competência setembro de 2011.</p>
<p>Os nomes dos municípios contemplados estão disponíveis <a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=37&amp;data=26/09/2011" rel="nofollow">na página do <em>Diário Oficial da União</em></a>.</p>
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		<title>COMO SE PEGA SÍFILIS: SINTOMAS, FASES E TRATAMENTO</title>
		<link>http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 01:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacao RBA</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Úlcera indolor no pênis pode ser sinal de sífilis. Saiba quais são os principais sintomas da sífilis e seus tratamentos, em todos os estágios. A sífilis é uma DST (doença sexualmente transmissível) causada por um bactéria chamada Treponema pallidum. Na era pré-antibióticos, a sífilis era uma doença crônica, prolongada, dolorosa e que acometia todos os sistemas do organismo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-28129" title="103sífilis foto" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/103sífilis-foto-450x386.jpg" alt="" width="450" height="386" />Úlcera indolor no pênis pode ser sinal de <strong>sífilis. </strong>Saiba quais são os principais sintomas da sífilis e seus tratamentos, em todos os estágios.<strong><br />
</strong></p>
<p>A <strong>sífilis</strong> é uma DST (doença sexualmente transmissível) causada por um bactéria chamada <em>Treponema pallidum</em>.</p>
<p>Na era pré-antibióticos, a sífilis era uma doença crônica, prolongada, dolorosa e que acometia todos os sistemas do organismo. Era extremamente temida e muito estigmatizada</p>
<p>Antes de falar da doença propriamente, vou abrir um parênteses e escrever sobre o estudo Tuskegee, uma das maiores atrocidades da história da medicina.</p>
<p>O Tuskegee foi um estudo científico conduzido no Alabama, sul dos EUA entre 1932 e 1972 com intuito de estudar melhor o tratamento e a história natural da sífilis. Até 1947 não existiam antibióticos e os tratamentos primitivos eram extremamente tóxicos e ineficazes. O propósito do trabalho era descobrir se as pessoas não tratadas vivam melhor do que aquelas que recebiam tratamento. Até aí tudo bem.</p>
<p>O primeiro problema residia no fato dos 399 participantes serem todos negros. Os pacientes também não eram informados sobre detalhes do estudo e muitos não sabiam sequer que tinham sífilis. O diagnóstico era de &#8220;sangue ruim&#8221;. Aproveitavam-se do fato dos selecionados serem pobres e iletrados para oferecer um suposto tratamento médico gratuito e refeições nas clínicas para aqueles que se inscrevessem no trabalho.</p>
<p>Se não bastasse isso, o estudo continuou até 1972, 25 anos depois da descoberta da Penicilina, e os pacientes ainda assim continuaram não sendo tratados. Os médicos seguiram os doentes por 40 anos sem tratamento apenas para estudar a história natural da sífilis não tratada. Mais grave ainda, como não sabiam dos seu diagnóstico e não recebiam tratamento, os pacientes além de morrerem, contaminavam suas esposas e filhos.</p>
<p>O estudo só foi interrompido quando o escândalo virou primeira página dos jornais americanos. Desde então, os trabalhos científico passaram a sofrer um rígido controle ético para evitar atrocidades como esta.</p>
<p>Bom, voltando então para a doença.</p>
<p>A sífilis é causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum. A transmissão é basicamente sexual, mas pode também ser transmitida da mão para o feto. A doença é dividida em 3 fases, denominadas de sífilis primária, secundária e terciária. A camisinha é o melhor método para prevenir a transmissão da sífilis (leia: <a href="http://www.mdsaude.com/2010/09/colocar-camisinha.html">CAMISINHA | Tudo o que você precisa saber</a>)</p>
<p><strong>1.) Sintomas da sífilis primária</strong></p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://4.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW5qn2ucFVI/AAAAAAAAEBw/P12C1dkZ70E/s1600-h/SymptonPenis.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291283845144646994" title="Sífilis primária - foto" src="http://4.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW5qn2ucFVI/AAAAAAAAEBw/P12C1dkZ70E/s200/SymptonPenis.jpg" alt="Sífilis primária - cancro duro" height="200" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td>Sífilis &#8211; Cancro duro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A lesão primária apresenta-se como um úlcera, (parecida com uma afta de boca), não dolorosa nos órgãos genitais, que surge 2 semanas após o contacto sexual. Nas mulheres pode passar despercebida um vez que é indolor e costuma ficar escondida entre os pêlos pubianos e a vulva.</p>
<p>Essa úlcera é chamada de cancro duro, e após 3 a 6 semanas desaparece mesmo sem tratamento, lavando a falsa impressão de cura espontânea.</p>
<p>Esse é o problema da Sífilis primária, é uma lesão indolor, que pode passar despercebida e que desaparece mesmo sem tratamento.</p>
<p><strong>2.) Sintomas da sífilis secundária</strong></p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://1.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW5qoGjcI-I/AAAAAAAAEB4/15-o_VJ9MB4/s1600-h/syphilisrash.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291283849393480674" title="Sífilis secundária - foto" src="http://1.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW5qoGjcI-I/AAAAAAAAEB4/15-o_VJ9MB4/s200/syphilisrash.jpg" alt="Sífilis secundária" height="200" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td>Sífilis secundária</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://4.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW-u7Qg9TAI/AAAAAAAAECI/4BbCFkH2Hzk/s1600-h/sec02_HSM2_420.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291640420252339202" title="Sífilis secundária - foto" src="http://4.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW-u7Qg9TAI/AAAAAAAAECI/4BbCFkH2Hzk/s200/sec02_HSM2_420.jpg" alt="Sífilis secundária" width="200" height="140" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td>Sífilis secundária</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Algumas semanas ou meses após o desaparecimento do cancro duro, a doença retorna, agora disseminada pelo organismo. Essa forma de sífilis se manifesta com erupções na pele, classicamente nas palmas das mãos e solas dos pés, febre, mal estar, perda do apetite e aumento dos linfonodos (gânglios) pelo corpo.</p>
<p>As lesões nas solas e palmas são características, mas as erupções podem ocorrem em qualquer local do corpo</p>
<p>Novamente a doença desaparece mesmo sem qualquer tratamento.</p>
<p><strong>3.) Sintomas da sífilis terciária</strong></p>
<p>Os pacientes podem ficar de um até vários anos, inclusive décadas, assintomáticos, até o retorno da doença.</p>
<p>A sífilis terciária apresenta 3 tipos de manifestação:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://2.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW-z_i9moKI/AAAAAAAAECQ/qy-qBzjeJ8o/s1600-h/Sifilis+b0014589_01113752.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291645991481942178" title="Goma sifilítica - Sífilis terciária" src="http://2.bp.blogspot.com/_pMxMXFn7L-4/SW-z_i9moKI/AAAAAAAAECQ/qy-qBzjeJ8o/s320/Sifilis+b0014589_01113752.jpg" alt="Sífilis terciária" width="320" height="302" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td>Goma sifílica</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>- Goma sifilítica = Lesões ulceradas que podem acometer pele, ossos e órgãos internos.</p>
<p>- Sífilis cardiovascular = Causa aneurismas da aorta torácica (leia: <a href="http://www.mdsaude.com/2008/10/aneurisma.html">O QUE É UM ANEURISMA ?</a>)</p>
<p>- Neurosífilis = Acomete o sistema neurológico, lavando a demência, meningite, AVC e problemas motores por lesão da medula e dos nervos (leia: <a href="http://www.mdsaude.com/2008/09/ave.html">ENTENDA O AVC &#8211; ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL</a>)</p>
<p>O diagnóstico da sífilis é feito através de exame de sangue. O tratamento é simples, com antibióticos como a penicilina.</p>
<p>A bactéria também pode ser transmitido da mãe para o feto, levando a sífilis neonatal, uma doença grave com várias lesões estruturais do recém-nascido.</p>
<p>A sífilis na grávida pode causar aborto, parto prematuro, má formações e morte fetal.</p>
<p><strong>Diagnóstico da sífilis</strong></p>
<p>O diagnóstico da sífilis é feito basicamente através de 2 exames sorológicos: <strong>VDRL</strong> e <strong>FTA-ABS</strong>.</p>
<p>O VDRL é o exame mais simples e é usado como <em>screening</em> primário. O resultado é dado em formas de diluição. Ou seja, um resultado 1/8 significa que o anticorpo foi identificado até 8 diluições. Um resultado 1/64 mostra que podemos detectar anticorpos mesmo após diluirmos o sangue 64 vezes. Quanto maior for a diluição em que ainda se detecta o anticorpo, mais positivo é o resultado.</p>
<p>Como o VDRL pode estar positivo em várias outras doenças que não sífilis (lúpus, doença do fígado e até em idosos), consideramos apenas valores maiores de 1/32 como diagnóstico.</p>
<p>Todo VDRL positivo, mesmo em valores baixos, deve ser confirmado com o FTA-ABS.</p>
<p>Ao final, acabamos ficando com 3 situações:</p>
<p>- VDRL positivo e FTA-ABS positivo confirmam o diagnóstico de sífilis<br />
- VDRL positivo e FTA-ABS negativo indicam outra doença que não sífilis<br />
- VDRL negativo e FTA-ABS positivo indica sífilis tratada e curada. Se o paciente nunca tiver sido tratado, esse resultado sugere sífilis na fase latente.</p>
<p><strong>Tratamento da sífilis</strong></p>
<p>O tratamento da sífilis é diferente dependendo do estágio estágio da doença:<br />
- Sífilis primária ou secundária = Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em dose única<br />
- Sífilis com mais de 1 ano de evolução ou de tempo indeterminado = Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em 3 doses, com uma semana de intervalo entre cada.</p>
<p>Doentes alérgico a penicilina podem ser tratados com tetraciclina, doxiciclina ou azitromicina.</p>
<p><strong>Seguimento pós tratamento</strong></p>
<p>Todo paciente tratado para sífilis deve refazer o VDRL com 6 e 12 meses. O critério de sucesso é uma queda de 4 na sorologia. Por exemplo, VDRL cai de 1:16 para 1:4, ou de 1:8 para 1:2.</p>
<p>O FTA-ABS não serve para controle de tratamento, já que ele não fica negativo logo após o tratamento.</p>
<p>Para ver mais fotos de lesões causadas pela sífilis: <a href="http://www.mdsaude.com/2008/08/sifilis-fotos.html">SÍFILIS FOTOS</a></p>

<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/103sifilis-foto-1/' title='103sífilis foto (1)'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/103sífilis-foto-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="103sífilis foto (1)" title="103sífilis foto (1)" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/103sifilis-foto/' title='103sífilis foto'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/103sífilis-foto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="103sífilis foto" title="103sífilis foto" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/attachment/17266/' title='17266'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/17266-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="17266" title="17266" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/a5b37/' title='A5B37'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/A5B37-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A5B37" title="A5B37" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/gen_09/' title='gen_09'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/gen_09-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="gen_09" title="gen_09" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/images-1-3/' title='images (1)'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/images-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="images (1)" title="images (1)" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/images-15/' title='images'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/images14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="images" title="images" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/s_aidskarp/' title='s_aidskarp'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/s_aidskarp-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="s_aidskarp" title="s_aidskarp" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/s_syphvag/' title='s_syphvag'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/s_syphvag-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="s_syphvag" title="s_syphvag" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis-1/' title='sifilis (1)'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/sifilis-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="sifilis (1)" title="sifilis (1)" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis-2/' title='sifilis (2)'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/sifilis-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="sifilis (2)" title="sifilis (2)" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis-1-2/' title='Sífilis 1'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/Sífilis-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sífilis 1" title="Sífilis 1" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis/' title='Sifilis'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/Sifilis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Sifilis" title="Sifilis" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis-3/' title='sífilis'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/sífilis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="sífilis" title="sífilis" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis_18/' title='sifilis_18'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/sifilis_18-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="sifilis_18" title="sifilis_18" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis_secundaria4/' title='sifilis_secundaria4'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/sifilis_secundaria4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="sifilis_secundaria4" title="sifilis_secundaria4" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilis3/' title='sifilis3'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/sifilis3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="sifilis3" title="sifilis3" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifilismasculina/' title='sifilismasculina'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/sifilismasculina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="sifilismasculina" title="sifilismasculina" /></a>
<a href='http://revistabahia.com.br/2010/06/22/como-se-pega-sifilis-sintomas-fases-e-tratamento/sifmano/' title='SIFMANO'><img width="150" height="150" src="http://revistabahia.com.br/wp-content/uploads/SIFMANO-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="SIFMANO" title="SIFMANO" /></a>

<p>Leia mais: <a href="http://www.mdsaude.com/2009/01/dst-sifilis.html#ixzz10JN9g0mv">http://www.mdsaude.com/2009/01/dst-sifilis.html#ixzz10JN9g0mv</a></p>
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		<title>Avó da menina que morreu por influenza A (H1N1) está contaminada</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 14:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacao RBA</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; A avó da menina que morreu no dia 30 de junho último em consequência da influenza A (H1N1), num hospital particular de Osasco (SP), também foi contaminada pelo vírus. A informação foi confirmada ontem (14) pela Secretaria Municipal de Saúde de Osasco. Segundo a prefeitura, ainda não foi possível determinar como a [...]]]></description>
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<table style="font-size: 12px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32" valign="top"><a style="color: #436976; background-color: transparent;" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/07/15/materia.2009-07-15.4817471211/sendto_form"><img style="vertical-align: middle; border: initial none initial;" title="envie por e-mail" src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/enviar.gif" border="0" alt="envie por e-mail" hspace="11" /></a><br />
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<td valign="top">
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em;">São Paulo &#8211; A avó da menina que morreu no dia 30 de junho último em consequência da influenza A (H1N1), num hospital particular de Osasco (SP), também foi contaminada pelo vírus. A informação foi confirmada ontem (14) pela Secretaria Municipal de Saúde de Osasco.</p>
<p>Segundo a prefeitura, ainda não foi possível determinar como a menina contraiu o vírus da nova gripe.</p>
<p>Além da avó, o pai, a mãe, o irmão e três primos da menina já haviam sido contaminados. A mãe e o irmão passam bem e já estão em casa, mas o pai continua internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. A avó e um dos primos também estão hospitalizados.</p>
<p>O serviço municipal de saúde da cidade registrou, além do aumento sazonal verificado neste período do ano, alta de 30% no movimento das unidades de saúde. A maioria das pessoas busca informações sobre a doença.</p>
<div><span style="line-height: 16px;"><br />
</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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